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Notícias do mercado imobiliário

O melhor momento para financiar seu novo imóvel


Em 2018 o sonho da casa própria pode estar mais próximo. Mas o que você precisa saber antes de assumir um financiamento imobiliário? Confira a seguir!

O final de 2017 marcou o início de um novo ciclo para o mercado imobiliário no Brasil. Em consequência disso, houve uma maior influencia ao financiamento imobiliário. Isso foi impulsionado por um conjunto de fatores favoráveis como: crescimento da atividade econômica, queda acentuada dos juros, controle inflacionário e melhora no desempenho do emprego e renda.

O setor obteve o melhor desempenho dos último 5 anos, com aumento significativo da demanda, consequente diminuição dos estoques das construtoras e valorização, apontando um 2018 ainda melhor, principalmente pelo desempenho da poupança, principal financiador do mercado imobiliário no Brasil, que bateu recorde histórico de ativos em 2017.

Para quem procura financiar um imóvel todas essas são ótimas notícias. Tudo indica, portanto, que o acesso ao crédito ao longo de 2018 será maior, mais barato e mais facilitado.

De acordo com o Gilberto de Abreu Filho, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) em 2018 os financiamentos imobiliários devem crescer 15%, contrapondo a queda dos últimos anos.

Em um cenário tão otimista, além de perceber o momento de oportunidade, é fundamental conhecer todas as situações que permeiam o sistema de financiamento imobiliário no Brasil, sobretudo o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), integrado por instituições financeiras especializadas na concessão de financiamentos habitacionais, tendo como fonte de recurso os depósitos em caderneta de poupança e repasses dos recursos do FGTS.

O SBPE, que se tornou um dos motores do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), possui recursos do fundo de garantia (FGTS) e da caderneta de poupança. Neste caso, os mutuários podem sacar os recursos do FGTS e dar como entrada em um financiamento. Nos últimos 10 anos, mais de 75% dos contratos de financiamento imobiliário tiveram recursos provenientes da caderneta de poupança. De 2004 a 2014, R$ 540 bilhões foram destinados à construção ou aquisição de imóveis.

O valor máximo do imóvel é de R$ 950 mil (Rio, SP, Belo Horizonte e Brasília) e R$ 800 mil nas demais localidades. Para imóveis acima dos limites do SBPE , existe o SFI (Sistema Financeiro Imobiliário). Também desenvolvido pelo Governo Federal, essa modalidade foi criada para servir de complemento ao SFH, já que foca naqueles que têm necessidades específicas na hora da compra.

Para adquirir um imóvel pelo SFI, não existe um valor máximo de avaliação do apartamento, ao mesmo tempo que também não precisa haver um limite da renda comprometida. O valor de concessão varia entre 80% e 90% da avaliação do imóvel e a compra pode ser realizada tanto por pessoa física quanto jurídica. O prazo para quitar a dívida é o mesmo que o do SFH: 420 meses.

Além dessas duas principais modalidades, construtoras costumam oferecer financiamento próprio com regras mais flexíveis, porém com taxas mais altas, geralmente corrigidas pelo IGPM 1% de Juros com amortização pela tabela price.

Além de pesquisar e conhecer melhor as regras de cada um desses sistemas, os custos envolvidos e modalidades de amortização, um bom planejamento financeiro e uma consultoria profissional e especializada, poderão determinar o sucesso dessa jornada e a conquista de seu sonho com mais tranquilidade e segurança.

Com o valor do imóvel  e o percentual máximo a ser financiado definidos, é preciso prever e encaixar esse limite dentro do orçamento familiar mensal. Essa tarefa precisa ser feita minuciosamente, identificando:

Despesas fixas: São aquelas que possuem o mesmo valor por períodos padrões como aluguel, impostos, seguros e financiamentos.

Despesas variáveis: essas acontecem todos mês mas podem variar como luz, água, telefone e cuidados pessoais.

Despesas Extras: Se remete a manutenções e prevenções.

Despesas Adicionais: que não acontecem todo mês como viagens, presentes e lazer.

Dinheiro Reserva: Um valor para emergências de no mínimo 06 meses para casos de perda ou queda temporária da renda (perda do emprego, acidentes, rendas extras variáveis).




Fonte: ImovelWeb

07/03/18

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